“Chegou a hora de investir em imóveis.”

REVISTA EXAME”, 21 ago 2017, 09h58.

“Será que vale a pena comprar imóveis agora que os preços começaram a baixar e o mercado aparentemente se estabilizou? Nós estamos em julho de 2017 e a economia brasileira já dá sinais de recuperação. A inflação caiu bastante e alguns setores, como o de automóveis, parecem estar ganhando fôlego.

Nesse cenário, no entanto, o mercado imobiliário segue com grandes estoques. Nas metrópoles, especialistas apontam que existe uma oferta 80% superior à considerada normal. E eu acredito nisso, pois viajo muito o país e é bem comum ver placas de Vende-se e Aluga-se, até em pontos comerciais que nunca estiveram vazios.

Isso significa que a pessoa que tem um valor para investir em um imóvel deve aproveitar o momento para barganhar.”

leia matéria na integra

“Mercado imobiliário poderá reagir com crescimento de até 10% em 2017”

Cinco especialistas comentam sobre as expectativas para o segmento imobiliário neste ano

“De acordo com especialistas, o segmento apresentará recuperação lenta e gradual, mas será bem diferente do que foram os últimos dois anos, podendo atingir um crescimento de até 10% nas unidades comercializadas em comparação a 2016, ano em foram financiados 199,7 mil imóveis, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).” Revista Zap, Abril de 2017.

Link para matéria completa:

Mercado imobiliário poderá reagir com crescimento de até 10% em 2017

 

Quais as vantagens e desvantagens dos fundos imobiliários – Revista Exame

“Roberto Indech, analista-chefe da corretora Rico, diz o que deve ser considerado pelo investidor que pretende aplicar dinheiro em um fundo imobiliário

São Paulo – Os fundos imobiliários registraram um bom desempenho em 2016. Mas, como as incertezas sobre a economia do país continuam, é o momento para investir no setor? Roberto Indech, analista-chefe da corretora Rico, lista os prós e contras do investimento no vídeo.”

 

http://exame.abril.com.br/videos/seu-dinheiro/quais-as-vantagens-e-desvantagens-dos-fundos-imobiliarios/

31 maio 2017, 15h00

Teto maior para comprar imóvel com FGTS deve injetar R$ 4,9 bilhões na economia

Teto maior para comprar imóvel com FGTS deve injetar R$ 4,9 bilhões na economia

De acordo com estimativa do Ministério do Planejamento. CMN elevou para R$ 1,5 milhão valor de imóvel que pode ser adquirido com uso do fundo.

Link para matéria no G1: http://g1.globo.com/economia/noticia/planejamento-ve-impacto-de-r-49-bi-na-economia-com-teto-maior-para-compra-de-imoveis-com-fgts.ghtml

 

Queda do juros vs. Investimento em imóveis

Com queda de juros, investir em imóveis para alugar pode ser boa opção.

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No cenário passado, onde uma taxa SELIC de 14,25% ao ano rendia mais de 1% ao mês com baixíssimo risco, não fazia qualquer sentido investir em imóveis.

Entretanto, o cenário apresentado já no início do ano 2017, é bem diferente. A taxa básica de juros já aponta para um digito, fazendo investidores se movimentarem para reposicionar seus respectivos portfólios de investimento. No dia 22-Fevereiro, a taxa básica de juros teve a segunda redução no ano, sendo fixada em 12,25% ao ano.

Com um cenário onde a economia Brasileira sinaliza uma retomada e uma tendência de queda ainda maior para a taxa básica de juros, imóveis emergem novamente como uma alternativa de investimento. Dois fatores corroboram para tal expectativa:

  1. A redução da taxa baixa de juros cria mais acesso a crédito, facilitando a compra de imóveis, e consequentemente impulsionando a valorização dos imóveis (quanto maior é a demanda, maior é o preço);
  2. Um retorno que em 80% dos casos fica entre 0,4% e 0,7% ao mês, obtido através do aluguel de imóvel, somado a uma valorização nominal passa a ser um retorno acima do obtido em outras aplicações financeiras;
  3. O número de lançamentos imobiliários (novos imóveis) ficou reduzido nos últimos 2 anos em virtude da crise, o que pode gerar, em caso de uma eventual retomada acelerada da economia, um incremento acima da média do mercado para o preço de imóveis.

Isto não é uma sugestão para comprar qualquer imóvel que aparecer pela frente. Outros fatores devem ser compreendidos:

  • Vacância e demanda regional é um deles, não faz sentido comprar um imóvel para alugar em uma região que tem sobreoferta ou não tem demanda por locação. Normalmente imóveis próximo a regiões com muitos escritórios ou comercio são mais fáceis de alugar.;
  • Pesquise valores e quantidades de imóveis disponíveis na região de forma ampla;
  • Entender quantos novos imóveis podem ser construídos na região onde você está comprando. Todas as leis econômicas se aplicam também a imóveis, inclusive a lei de oferta e demanda;
  • Imóvel não tem liquidez imediata (pode demorar um tempo para ser vendido), portanto, manter uma reserva monetária com liquidez é importante para gerenciar seu risco.

O entendimento de uma região é o fator mais importante na hora de investir em imóveis e fará a diferença entre um bom e um mal investimento.

Sobre o autor:

Arthur Sindoni é engenheiro com mestrado em administração/finanças pela FGV-EAESP e mais de 10 anos de experiência no mercado imobiliário e de capitais.

O valor pago pela administração de um imóvel é abatido na hora de declarar o Imposto de Renda.

O valor pago pela administração de um imóvel é abatido na hora de declarar o Imposto de Renda.

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Os rendimentos mensais de aluguéis devem ser informados na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de PF/Exterior”. Do valor do aluguel recebido, pode ser deduzida a comissão paga para a imobiliária para cobrança ou recebimento do rendimento, quando o encargo tenha sido exclusivamente do locador. O valor pago pela administração do imóvel deve ser informado na ficha “Pagamentos e Doações” código 71.

Fonte: http://economia.ig.com.br/financas/tire-suas-duvidas-sobre-a-declaracao-do-aluguel-no-ir/n1597702879495.html